Reunião dos Jovens 16/10/2010

 

O encontro dos Jovens Cursilhistas de Promissão dia 16/10 sábado foi muito especial pois realizamos na casa do Neno e da Nice, refletimos e partilhamos sobre a importância do Espírito Santo que nos dá coragem e sabedoria para que possamos testemunhar Jesus e permanecer fiéis a Ele até mesmo nos momentos mais difíceis, foi maravilhoso pois cada sábado temos a certeza que estamos dispostos a viver o nosso 4º dia.

Encerramos mas uma reunião com uma confraternização muito divertida.

 



Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil

Arquivado em: Sem Categoria — Prof. Felipe Aquino at 5:25 pm on segunda-feira, outubro 11, 2010
 

Após cerca de 17 dias de viagem,  a 12 de outubro de 1717, chegava o governador e Conde de Assumar, com sua comitiva, à região de Guaratinguetá. Os manuscritos da época relatam que:

“A Câmara da Vila notificou então os pescadores que apresentassem todo o peixe que pudessem haver para o dito governador. Entre muitos, foram pescar em suas canoas Domingos Martins Garcia, João Alves e Felipe Pedroso e, principiando a lançar suas redes no porto de José Corrêa leite, continuaram até o porto de Itaguassú, distância bastante, sem tirar peixe algum. E lançando neste porto João Alves a sua rede de rasto tirou o corpo da Senhora, sem cabeça, e, lançando mais abaixo outra vez a rede, tirou a cabeça de mesma Senhora, não se sabendo nunca quem ali a lançasse. A imagem encontrada media 38 cm de altura e apresentava cor bronzeada.

 

E, continuando a pescaria, não tendo até então peixe algum, dali por diante foi tão copiosa em poucos lances que, receosos de naufragarem pelo muito peixe que tinham nas canoas, ele e os companheiros se retiraram a suas moradas, admirados deste sucesso” (cf. Marcondes Homem de Mello, Álbum da Coroação. Brasílio Machado, A Basílica de Aparecida).

 

Após limpar e recompor a imagem os pescadores a levaram para as suas casas; mas verificaram-se alguns sinais milagrosos, que chamaram a atenção do Pe. José Alves Vilela, pároco de Guaratinguetá. Certa vez, durante uma dessas práticas aconteceu que, embora a noite estivesse muito calma, de repente se apagaram as velas que alumiavam a imagem da Senhora. Os fiéis, querendo reacendê-las, verificaram com surpresa que elas por si, sem intervenção de alguém, se reacenderam.

 

O Padre José Alves então decidiu construir para a Santa Mãe uma capela para satisfazer ao crescente número de devotos da Virgem. Depois esta capela foi substituída por outra maior no morro dos Coqueiros em 1745, morro que tomou o nome de “Aparecida” (hoje cidade de Aparecida do Norte).

Em 1846 foi iniciada a construção de templo maior, que ainda existe em Aparecida do Norte. No ano de 1980 foi abençoada a nova e grande Basílica pelo Papa João Paulo II., alvo de peregrinações numerosas durante o ano inteiro.

 

          Em 1884 a Princesa Isabel doou uma coroa a Nossa Senhora  Aparecida. Com a doação desta jóia, a princesa pagava uma promessa feita a Maria, em que pedira, em 1868, um herdeiro para o trono. Sete anos após ter feito o pedido, a princesa Isabel deu à luz D. Pedro de Alcântara.

Em 1884 a princesa retornou a Aparecida com a coroa e com os três filhos, D. Pedro de Alcântara, D. Luiz Felipe e D. Antônio. A Coroação aconteceu em 1904.

 

Em 1930 o Brasil foi solenemente consagrado a Nossa Senhora Aparecida pelo Cardeal D. Sebastião Leme na presença do Presidente da República Washington Luiz, e de numerosas autoridades religiosas, civis e militares.

Entre os milagres que  provocavam o fervor do povo, conta-se o do escravo, ocorrido por volta de 1790 e famoso nos tempos subseqüentes. Segundo a versão mais abalizada, as correntes se soltaram das mãos do escravo, quando este implorava a proteção de Nossa Senhora Aparecida diante da respectiva imagem. Eis como o refere o Pe. Claro Francisco de Vasconcelos pelo ano de 1838:

 

“Um escravo fugitivo, que estava sendo conduzido de volta à fazenda pelo seu patrão, ao passar pela Capela, pediu para fazer oração diante da Imagem. Enquanto o escravo estava em oração, caiu repentinamente a corrente, deixando intato o colar que prendia seu pescoço. A corrente se encontra até hoje pendente da parede do mesmo Santuário como testemunho e lembrança de que Maria Santíssima tem suprema autoridade para desatar as prisões dos pecadores arrependidos. Aquele senhor, tocado pelo milagre, ofereceu a Nossa Senhora o preço dele e o levou para casa com uma pessoa livre, a fim de amar e estimar aquele seu escravo como pessoa protegida pela soberana Mãe de Deus” (relato extraído da obra de Júlio J. Brustoloni, A Mensagem da Senhora Aparecida, Ed. Santuário, Aparecida, SP, 1994).

 

O Papa Pio XI houve por bem acolher o pedido da hierarquia e dos fiéis, que desejavam fosse Nossa Senhora Aparecida proclamada Padroeira principal de todo o Brasil. Aos 16 de julho de 1930 publicava S. Santidade o seguinte “Motu proprio”:

“… Por conhecimento certo e madura reflexão Nossa, na plenitude de Nosso poder apostólico, pelo teor das presentes letras, constituímos e declaramos a mui Bem-aventurada Virgem Maria concebida sem mancha, sob o título de “Aparecida”, Padroeira principal de todo o Brasil diante de Deus. Este padroado gozará dos privilégios litúrgicos e das outras honras que costumam competir aos Padroeiros principais de lugares ou regiões. Concedendo isto para promover o bem espiritual dos fiéis no Brasil e aumentar cada vez mais a sua devoção à Imaculada Mãe de Deus, decretamos que cada vez mais a sua devoção à Imaculada Mãe de Deus, decretamos que as presentes letras estejam e permaneçam sempre firmes, válidas e eficazes, surtindo seus plenos e inteiros efeitos”.

D. Pedro I, o primeiro Imperador, confirmando antiga provisão de Sua Majestade o rei de Portugal do ano de 1646, declarou a Virgem da Conceição Padroeira do Brasil.

A presença do sobrenatural em Aparecida exigiu que se empreendesse a construção de nova e mais vasta Basílica. Esta, iniciada em 1955 pelo Cardeal Dom Carlos Carmelo de Vasconcellos Motta, estava concluída, com todas as suas capelas e quatro naves, em 1980. A área construída é de 23.000 m² e a área coberta mede 18.000 m². A lotação normal é de 45.000 pessoas, podendo a lotação máxima chegar a 70.000 pessoas. Até hoje são relatados milagres e favores de ordem física obtidos por intercessão de Nossa Senhora Aparecida em seu Santuário; todavia o que mais importa aí, são os numerosos casos de conversão espiritual e reencontro da paz interior alcançada pelo patrocínio de Nossa Senhora, Padroeira desse bom povo que a seus pés busca socorro espiritual.

O fato de que a imagem da Senhora Aparecida tem a cor preta, tem sido objeto de comentários… Na verdade, o fenômeno se explica pela longa permanência da estátua dentro da água do rio, mas é inegável que ela apareceu no Brasil bem na época da escravidão dos negros, e é difícil não ver na sua cor uma mensagem aos brancos de que os negros são seus irmãos.

É comovente ir a Aparecida do Norte e participar de uma Santa Missa, com o povo lotando a enorme Basílica, especialmente nos finais de semana. E o templo está cada vez mais bonito – o que Nossa Senhora merece – e é o povo mais pobre e humilde que custeia isso com suas doações. É a Casa Santa do povo de Deus.

 Irmaõs, essas palavras não são retórica e oratória vazias; não; é o poder de Deus a nosso favor; vamos de joelhos no chão clamar a essa tão boa Mãe, Rainha e Senhora, que salve o Brasil nesta hora difícil.

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

Fonte:http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2010/10/11/nossa-senhora-aparecida-rainha-e-padroeira-do-brasil/

O Perfil do Bom Cursilhista

O bom cursilhista é aquele que em 1º lugar ama a Deus e pratica seus mandamentos e os da Igreja fazendo jus aos sacramentos recebidos.

O bom cursilhista é aquele que ama o movimento de Cursilhos de Cristandade e procura fazer o melhor dentro de seu núcleo, fazendo com que o movimento de cursilho cresça cada vez mais.
O bom cursilhista é aquele que tem o livro Sagrado como fonte e direção espiritual de sua vida.
O bom cursilhista é aquele que tem a eucaristia como rio de água viva e se coloca a serviço do próximo.
O bom cursilhista é aquele que iluminado pelo Espírito Santo faz ações e/ou gestos concretos, toma atitudes e decisões que edifica o reino dos céus entre nós.
O bom cursilhista é aquele que vive uma vida de oração, perdoa seu semelhante e busca sempre o perdão de Deus.
O bom cursilhista é aquele que faz de tudo para estar bem com Deus, consigo mesmo e com o próximo.
O bom cursilhista é aquele que vive o amor/caridade, renuncia a vaidade, a prosperidade e vive a solidariedade.
O bom cursilhista é aquele que anuncia o evangelho de Cristo e testemunha com obras o que prega.
O bom cursilhista é aquele que vive o 4º dia a cada instante de sua vida e participa ativamente dos encontros do MCC, procurando conhecer e viver o que o movimento tem de melhor.
O bom cursilhista é aquele tem Maria como mãe, São Paulo como intercessor e Jesus Cristo como único salvador de sua vida.
Meus amigos cursilhistas, o melhor ainda está por vir e Cristo conta com você.
Ser cursilhista é ser fiel a Deus, a Igreja, a família, ao MCC, ao trabalho, aos amigos…
Palavras convencem, mas é o testemunho que arrasta os irmãos (as) ” eis aqui nossa missão e nossa responsabilidade, vamos fazer a diferença, vamos fazer o que Cristo nos ensinou e pediu que fizessemos.”

 

Escrito por Alessandro Rodrigues da Silva
GEP São Judas Tadeu – Divinópolis-MG

Conquista…

Olá, depois da ajuda do Pedro de Penápolis, Promissão conseguiu ter um blog…rsrs

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